Responsabilidade no cultivo

Preparar o solo com cuidado e dedicação é o primeiro passo para que o canavial possa crescer saudável e produtivo. Com atenção aos detalhes e busca incessante pela eficiência nas operações agrícolas, elevamos o patamar de qualidade da cultura de cana-de-açúcar nas novas fronteiras para o setor sucroenergético. Dessa forma, também geramos valor em capital natural, sobretudo pelo enriquecimento dos solos cultivados e pela preservação e restauração de vegetação natural.


Responsabilidade no cultivo

Preparar o solo com cuidado e dedicação é o primeiro passo para que o canavial possa crescer saudável e produtivo. Com atenção aos detalhes e busca incessante pela eficiência nas operações agrícolas, elevamos o patamar de qualidade da cultura de cana-de-açúcar nas novas fronteiras para o setor sucroenergético. Dessa forma, também geramos valor em capital natural, sobretudo pelo enriquecimento dos solos cultivados e pela preservação e restauração de vegetação natural.

Na safra 2017/2018, realizamos o plantio em uma área superior a 56 mil hectares, considerando as operações próprias da Atvos e as gerenciadas pelos parceiros agrícolas. A maior parte do cultivo (82%) esteve relacionado à renovação de nossos canaviais, que trarão maior produtividade nos próximos ciclos com a adoção de técnicas agrícolas avançadas, tecnologias de ponta e maior controle dos processos.

Essa evolução em qualidade no cultivo é um dos principais fatores que suportarão nossa capacidade de aumentar a produtividade dos canaviais, em conjunto com a melhoria contínua de desempenho na gestão dos aspectos ambientais. Para garantir esse crescimento de forma sustentável, monitoramos diferentes ecoindicadores relacionados às nossas atividades no campo e na indústria.

Um desses indicadores é o que monitora o consumo de diesel nas atividades agrícolas, totalmente mecanizadas no plantio e na colheita. A melhora de desempenho nesse aspecto, além dos ganhos ambientais, também gera reduções de custos e mais valor para o nosso negócio. Na safra 2017/2018, atingimos um volume de 1,7 litro de diesel para cada tonelada de cana colhida.

Nosso jeito de cultivar o solo também promove a reutilização eficiente de subprodutos significativos do processo produtivo do açúcar, do etanol e da bioeletricidade: a vinhaça, a torta de filtro e as cinzas das caldeiras onde a biomassa é utilizada para cogeração de energia. Em vez de serem descartados como resíduos, esses insumos retornam para o campo, seguindo as melhores práticas e controles para evitar impactos ao meio ambiente. A utilização da vinhaça, em especial, segue todas as diretrizes do Plano de Aplicação da Vinhaça (PAV), desenvolvido de acordo com as normas técnicas estabelecidas pelos órgãos ambientais.

Nossos ecoindicadores também permitem avaliar a utilização dos subprodutos no campo. Esse acompanhamento próximo, iniciado na safra 2016/2017, contribuiu para que tivéssemos um desempenho mais favorável no ciclo 2017/2018, com uma evolução de 3,3 pontos percentuais.

Preservação da biodiversidade

A produção de cana-de-açúcar em nossas unidades também fortalece a preservação e a recuperação de áreas de vegetação natural e a fauna existente nesses locais. Em conformidade com a legislação ambiental, nossas áreas próprias e arrendadas nos seis polos agroindustriais totalizam 86,5 mil hectares entre Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais.

Anualmente, realizamos o monitoramento de diversos aspectos que influenciam na capacidade de desenvolvimento da biodiversidade nessas áreas. Fazemos análises sobre a qualidade da água nas regiões do entorno dos canaviais, além do levantamento da fauna e da flora e de outros fatores que atestam que nossa presença nessas regiões não gera impactos negativos relevantes para o meio ambiente.

Controle de incêndios nos canaviais

Nossa colheita é 100% mecanizada e não realizamos a prática de queimadas controladas para o corte da cana-de-açúcar. A ocorrência de incêndios acidentais nos canaviais é um dos principais riscos ambientais que buscamos controlar e minimizar em nosso modelo de negócio, com foco também no aumento da produtividade.

Possuímos um ecoindicador monitorado diariamente que registra eventos desse tipo em nossas áreas. Na safra 2017/2018, registramos 63 incêndios, que resultaram em um índice de 3,06 ocorrências para cada milhão de toneladas de cana-de-açúcar colhido – 33% pior em relação à safra 2016/2017. Esse resultado

demandou a intensificação das ações e medidas de prevenção para a safra 2018/2019.

Dentro do Sistema de Gestão Atitude, que abrange as diretrizes e protocolos para a segurança de nossas operações, existe um procedimento específico (RAC – Requisitos de Atividades Críticas de Incêndios Agrícolas) que apresenta as diretrizes para prevenção e combate de incêndios, além de formação técnica de operadores e brigadistas. O documento define todas as providências a serem tomadas com foco na mitigação dos impactos ambientais e na preservação da integridade física dos integrantes.


Ecoeficiência na indústria

A busca contínua por maior eficiência nos processos industriais promove ganhos diversos para o nosso modelo de negócio. O aumento da produtividade, a redução de custos operacionais e a menor pressão sobre a disponibilidade de recursos naturais nas regiões em que estamos presentes ampliam nossa capacidade de gerar valor para os acionistas e fortalecem o compromisso que assumimos com a sociedade de trabalhar pela renovação do modelo produtivo no setor sucroenergético.

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Ecoeficiência na indústria


A busca contínua por maior eficiência nos processos industriais promove ganhos diversos para o nosso modelo de negócio. O aumento da produtividade, a redução de custos operacionais e a menor pressão sobre a disponibilidade de recursos naturais nas regiões em que estamos presentes ampliam nossa capacidade de gerar valor para os acionistas e fortalecem o compromisso que assumimos com a sociedade de trabalhar pela renovação do modelo produtivo no setor sucroenergético.

A água é um dos principais recursos que utilizamos nas indústrias para a produção de açúcar, etanol e energia elétrica. Usada para o resfriamento dos equipamentos, é obtida por meio da captação em rios e poços subterrâneos, de acordo com os limites de outorga estabelecidos pelos órgãos ambientais.

A cada ano, reduzimos a nossa necessidade de captação com investimentos em sistemas de recirculação e, adicionalmente, pelo aumento da capacidade de utilização da água extraída na moagem da cana-de-açúcar. Na safra 2017/2018, nossa captação total de água apresentou uma redução de 12% na comparação com o período anterior, principalmente por melhoras realizadas nas instalações que aumentaram a nossa capacidade de recirculação hídrica.

Na última safra, também alcançamos um índice de 1,06 metros cúbicos de água utilizados para cada tonelada de cana-de-açúcar processada na indústria. Essa evolução tem sido contínua nos últimos anos, em decorrência de aprimoramentos nos equipamentos, e a nossa

meta é chegar a um índice de 1 metro cúbico para cada tonelada de matéria-prima até 2021.

Nossas ações para a utilização racional da água foram reconhecidas, em 2017, na 13ª edição do Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água. A Unidade Conquista do Pontal foi destaque na premiação com o projeto “Otimização do Consumo de Água em Unidade Sucroenergética”, no qual demonstrou a efetividade de uma série de medidas implementadas para diminuir o consumo nos processos produtivos. Na última safra, a unidade localizada no Mirante do Paranapanema (SP) conseguiu uma economia de aproximadamente 222,7 mil metros cúbicos.

Todo o efluente que geramos em nossas indústrias é reaproveitado em nosso processo produtivo. As águas residuárias são misturadas à vinhaça para aplicação na fertirrigação dos canaviais, fechando um ciclo virtuoso de ganhos ambientais e de produtividade no campo e na indústria.

Gestão de resíduos


Diminuir a geração de resíduos e o envio desses materiais para aterros também é uma das prioridades na gestão ambiental de nossas atividades. Na safra 2017/2018, no entanto, houve aumento de 29% no total gerado de resíduos na comparação com o ciclo anterior, causado pelo crescimento do volume de sucata decorrente da substituição de equipamentos nas indústrias e novos projetos implantados. Ressalta-se que todo esse material foi vendido e reutilizado em empresas metalúrgicas e similares.

O envio de resíduos para aterros diminuiu 73,5% na mesma base de comparação. Esse desempenho foi possível devido à sensibilização dos integrantes para melhorar a separação dos materiais; substituição de toalhas de papel por secadores de mão automáticos nos banheiros; compostagem de resíduos orgânicos; envio de

resíduos para coprocessamento; e à adequação dos coletores de materiais recicláveis em todas as unidades. No Polo Araguaia, essas ações permitiram que nenhum resíduo fosse enviado para aterros.

gestão mais eficiente dos resíduos, além de reduzir os impactos ambientais de nossas atividades, gera valor por meio da redução de custos. Na safra 2017/2018, as despesas relacionadas ao tratamento de resíduos totalizaram R$ 1,9 milhão. Mas, como parte dos materiais que seriam descartados (sucata, big bags, capuz de colhedoras, entre outros) foi vendido como material reciclável ou reutilizado em outras cadeias produtivas, houve a geração de receita da ordem de R$ 1,2 milhão. Isso possibilitou que 61% do orçamento destinado ao gerenciamento de resíduos fosse revertido em novos recursos financeiros e melhorias para as unidades.

Estratégia para mudanças climáticas

Impactado pelas mudanças do clima causadas pelo aumento da concentração de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, o mundo pede mais energia limpa e renovável no futuro. Nós existimos para abrir novos caminhos e cultivar soluções mais inteligentes, gerando valor por meio da entrega de produtos que contribuam para a consolidação de uma economia de baixo carbono.

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Estratégia para mudanças climáticas

Impactado pelas mudanças do clima causadas pelo aumento da concentração de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, o mundo pede mais energia limpa e renovável no futuro. Nós existimos para abrir novos caminhos e cultivar soluções mais inteligentes, gerando valor por meio da entrega de produtos que contribuam para a consolidação de uma economia de baixo carbono.

O etanol de cana-de-açúcar que produzimos e a energia elétrica que geramos a partir da biomassa emitem menos GEE do que os combustíveis fósseis e, por isso, têm potencial para impulsionar o crescimento da sociedade de uma forma mais sustentável e ambientalmente mais positiva. Além disso, os canaviais e as áreas de preservação florestal nas fazendas absorvem e estocam carbono da atmosfera durante o seu crescimento, ajudando a diminuir os efeitos do aquecimento global.

O potencial do etanol brasileiro para a redução das emissões de GEE é reconhecido mundialmente e tornou-se um dos principais temas na agenda brasileira desde 2015, quando o Acordo de Paris foi firmado na COP-21, demandando o fortalecimento do biocombustível na matriz energética nacional. Segundo estudo do Ministério do Meio Ambiente, o setor sucroenergético tem potencial para mitigar até 756 milhões de toneladas de CO2 equivalente (tCO2e) entre 2020 e 2030, com investimentos na expansão e modernização das indústrias e áreas de cultivo. Em 2016, o Brasil emitiu 2,3 bilhões de tCO2e, segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa, criado pela ONG Observatório do Clima.

Ao ratificar o Acordo de Paris, firmado entre os países com o objetivo de evitar que a temperatura média global suba mais do que 2 ºC, o Brasil se comprometeu a reduzir suas emissões de GEE em 37%, até 2025, em relação aos níveis de 2005. O aumento do uso do etanol é uma das iniciativas previstas no plano nacional para alcançar esse objetivo.

Para atingir as metas a que se propôs, o governo brasileiro instituiu, por meio da Lei nº 13.576/2017, a Política Nacional de Biocombustíveis – RenovaBio, que visa promover a expansão dos biocombustíveis. Em 2018, o governo federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, iniciou a regulamentação do programa, estabelecendo os mecanismos de funcionamento do RenovaBio e a meta de redução de 10% nas emissões de CO2 da matriz nacional de combustíveis, a ser atingida até 2028. Até 2019, deverão ser fixadas as metas individuais para que os distribuidores nacionais de combustíveis reduzam ou compensem as emissões de GEE decorrentes da utilização dos combustíveis fósseis.

Para essa compensação, os distribuidores deverão comprar Créditos de Descarbonização (CBios), títulos monetários que serão emitidos pelos produtores de biocombustíveis em decorrência das emissões evitadas de GEE. Assim, o RenovaBio é a primeira iniciativa nacional para a precificação de carbono no Brasil e incentivará a produção eficiente de biocombustíveis.


Como forma de nos anteciparmos a um contexto de precificação do carbono no Brasil, realizamos na última safra um estudo interno para avaliar os possíveis impactos dessa mudança sobre nossas receitas, investimentos e operações. Tendo o RenovaBio como base, analisamos quatro cenários possíveis, a fim de definir a precificação interna de carbono da Atvos, considerando eventuais taxações e a implementação de um sistema de comércio de emissões.

A precificação interna de carbono é uma prática que tem sido adotada por empresas em todo o mundo, com o objetivo de aprimorar a gestão de riscos e oportunidades e de incluir os impactos das mudanças climáticas na estratégia corporativa. Seguindo essa tendência, nossas análises buscaram avaliar como a menor intensidade de emissões de GEE poderia impactar positivamente o capital financeiro da Atvos, além do ganho ambiental.

Em todos os cenários avaliados, percebemos que existem oportunidades de ganhos financeiros para a empresa, em decorrência da capacidade de redução das emissões de GEE decorrentes da utilização de nossos produtos. Nossa participação em fóruns sobre o tema de precificação de carbono, como a simulação do Sistema de Comércio de Emissões, promovida pela Fundação Getulio Vargas (FGV), tem permitido o aprofundamento do nosso conhecimento e o compartilhamento de experiências.

Além do estudo de precificação interna de carbono, desenvolvemos nosso plano decenal de emissões, que estima as emissões de GEE previstas para nossas operações ao longo da próxima década e aponta oportunidades para o desenvolvimento de ações de melhoria. Essa avaliação foi realizada considerando o plano agrícola e a previsão de expansão dos canaviais para os próximos dez anos.

A pegada de carbono do etanol

Para calcular os CBios que cada produtor poderá comercializar, os órgãos reguladores estão desenvolvendo uma ferramenta com base na Análise de Ciclo de Vida (ACV) dos biocombustíveis, considerando as emissões decorrentes dos processos produtivos nas áreas agrícola e industrial. Em 2017, concluímos, em parceria com a FGV, um estudo sobre a pegada de carbono e hídrica da produção do etanol hidratado. O trabalho foi realizado no âmbito da iniciativa empresarial Ciclo de Vida Aplicado (CiViA) e as conclusões foram apresentadas na conferência internacional Lyfe Cycle Management, em Luxemburgo, um dos

principais eventos mundiais sobre análise de ciclo de vida nos processos produtivos.

O ACV do etanol avaliou as etapas do processo produtivo na Unidade Rio Claro, em Goiás, e permitiu identificar os principais aspectos que impactam as emissões de GEE na produção do biocombustível. Além disso, os resultados levaram à definição de ecoindicadores para o acompanhamento de nossa performance em relação às emissões de GEE e à busca por sinergias entre as diversas áreas operacionais com foco na melhoria contínua dos processos.

Energia elétrica renovável

A produção de energia elétrica em nossas unidades industriais é realizada a partir da queima da biomassa (bagaço da cana-deaçúcar), uma fonte limpa e renovável. Como os canaviais sequestram carbono durante seu crescimento, as emissões decorrentes dessa etapa do processo produtivo são biogênicas e, portanto, consideradas neutras.

Esse benefício ambiental foi reconhecido, na safra 2017/2018, com a habilitação da Unidade Conquista Pontal para a emissão de Certificados Internacionais de Energia Renovável (I-RECs), que comprovam a origem renovável da energia adquirida pelos nossos clientes (clique aqui e saiba mais).

A bioeletricidade gerada a partir da cana-de-açúcar tem como uma de suas principais vantagens a capacidade de incrementar a matriz energética nacional com uma fonte renovável em períodos considerados críticos para as hidrelétricas. Entre abril e novembro, meses nos

quais ocorre a diminuição das chuvas nos reservatórios das usinas, o ciclo da safra da cana-de-açúcar garante o abastecimento de biomassa nas indústrias canavieiras na região Centro-Sul do país.

Nossas operações industriais são 100% abastecidas pela energia que geramos com a biomassa. O crescimento contínuo dessa eficiência energética é relevante para nosso modelo de negócio, na medida em que aumenta nossa capacidade de exportar o excedente energético para o Sistema Interligado Nacional (SIN) e ampliar a capacidade de geração de receitas com esse produto.

Na safra 2017/2018, nossas indústrias consumiram um total de 61 mil GJ de energia. Esse resultado é praticamente igual ao que obtivemos no ciclo anterior, mantendo um índice de 97% de fontes renováveis em nossa matriz energética – o diesel é utilizado apenas para a movimentação das máquinas nas operações agrícolas.

Gestão das emissões de GEE

Um dos principais benefícios ambientais proporcionados pelo nosso negócio é a captura de CO2 da atmosfera, além das emissões de GEE que são evitadas com o uso do etanol e da biomassa em substituição a combustíveis fósseis. Anualmente, medimos o valor ambiental que geramos para a sociedade por meio do inventário que elaboramos de acordo com a metodologia desenvolvida por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o setor sucroenergético.

Em nossa cadeia produtiva, as principais emissões de GEE são causadas pela utilização de fertilizantes nitrogenados e pelo consumo de diesel, além dos processos de produção e logísticos. A fim de aumentar nossa eficiência, buscamos continuamente incrementar a utilização do transporte ferroviário e do etanolduto para o escoamento da produção,

diminuindo assim os impactos causados pela utilização de caminhões nas rodovias.

Nós também contabilizamos nossas emissões de acordo com as diretrizes do programa brasileiro do GHG Protocol. Esse inventário considera o período entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de cada ano e é uma ferramenta importante para que possamos comparar nosso desempenho ao de outras empresas nacionais e identificar oportunidades de melhoria. O inventário de emissões de acordo com o GHG Protocol é publicado desde 2016 e, há dois anos seguidos, é submetido a verificação externa.

Ampliar os benefícios ambientais de nossos produtos, gerando valor para os clientes e para a sociedade, é o que nos direciona. É assim que melhoramos a qualidade de vida das pessoas e como, em conjunto com todos os nossos públicos, renovamos o amanhã.


Créditos

Responsável pela Sustentabilidade: Mônica Alcântara
Responsável pela publicação: Guilherme Bourroul
Consultoria GRI e relato integrado, coordenação editorial e design: usina82
Fotografia: Eduardo Moody, Anderson Meneses e acervo Atvos

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