Indicadores dos Standards da GRI


102-1 | Nome da organização

Atvos Agroindustrial S.A.

102-2 | Atividades, marcas, produtos e serviços

A Atvos é uma das maiores produtoras brasileiras de etanol, açúcar e energia elétrica renovável a partir do processamento da cana-de-açúcar. Os produtos comercializados atendem clientes do mercado nacional e do exterior, com benefícios econômicos e ambientais reconhecidos pelos clientes e por especialistas, em especial a capacidade de contribuir para o combate às mudanças climáticas por meio da substituição de fontes energéticas de origem fóssil. Para saber mais sobre as operações e produtos, clique aqui.

102-3 | Localização da sede
102-4 | Localização das operações

A sede da Atvos está localizada no município de São Paulo (Brasil). O escritório está situado na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 13º andar. A empresa também possui um escritório comercial no município de Campinas (São Paulo | Brasil) e unidades industriais localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Para saber mais, clique aqui.

102-5 | Natureza e propriedade jurídica

A Atvos é uma sociedade anônima de capital fechado que integra o Grupo Odebrecht.

102-6 | Mercados atendidos

Em seus polos agroindustriais, a Atvos produz três tipos de produtos derivados da cana: açúcar VHP, etanol anidro ou hidratado e energia elétrica a partir da biomassa (bagaço). O açúcar VHP é 100% exportado para refinarias que processam o produto em suas próprias unidades. O etanol é comercializado majoritariamente para distribuidores de combustíveis localizados no Brasil. Aproximadamente 90% do biocombustível foi vendido para esses clientes, que fazem a distribuição do etanol hidratado para os revendedores de combustíveis e a adição do etanol anidro à gasolina. O restante do etanol comercializado atende clientes e distribuidores individuais que utilizam o produto para outros fins, como a produção de biopolímeros. Na safra 2017-2018, o volume de vendas desses dois produtos por região assumiu a configuração apresentada nos gráficos abaixo. A energia elétrica gerada a partir da biomassa da cana-de-açúcar, uma fonte limpa e renovável, supre a demanda energética das unidades industriais e o excedente é exportado para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Esse volume atende os contratos firmados com comercializadoras e distribuidoras, que atuam nos mercados livre e cativo de compra e venda de energia elétrica.



102-7 | Porte da organização

Controlada integralmente pela Odebrecht S.A., a Atvos é uma empresa com atuação em quatro estados brasileiros – Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os ativos da empresa contam com seis polos agroindustriais, nos quais estão as nove unidades produtoras de açúcar VHP, etanol e energia elétrica. Além disso, existem escritórios corporativos nos municípios de São Paulo e de Campinas. Na safra 2017/2018, a Atvos contava com uma equipe de 11.005 integrantes e obteve uma receita líquida de R$ 4,2 bilhões.

102-8 | Informações sobre empregados e outros trabalhadores

A Atvos encerrou a safra 2017/2018 com 11.005 integrantes em seu quadro de pessoas, relativamente estável em relação aos 11.121 integrantes no fim da safra anterior.

Quadro de integrantes na safra 2017/2018 por contrato de trabalho1

  • Tempo indeterminado
  • Tempo determinado
  • Por gênero
  • Homens
  • 9.222
  • 121
  • Mulheres
  • 1.548
  • 114
  • Total
  • 10.770
  • 235
  • Por região
  • Sudeste
  • 2.371
  • 75
  • Centro-Oeste
  • 8.399
  • 160
  • Total
  • 10.770
  • 235

1. Considera integrantes, aprendizes e Jovens Parceiros. Todos os integrantes com contrato por tempo indeterminado atuam em período integral e todos aqueles com contrato de trabalho por prazo determinado têm jornada de meio período.




102-9 | Cadeia de suprimentos

A gestão de fornecedores da Atvos é estruturada em duas frentes. Uma equipe específica é designada para o acompanhamento dos parceiros agrícolas, que entregam a cana-de-açúcar nas usinas da empresa. Na safra 2017/2018, a Atvos contava com 36 parceiros, que produziram 6,4 milhões de toneladas de cana e geraram dispêndios da ordem de R$ 448 milhões. Além desses, o programa de parcerias contempla também os parceiros de terra, cujos 1,2 mil contratos na safra somaram R$ 434 milhões. Para mais informações sobre o programa de parceiras agrícolas, clique aqui.
As demais empresas que fornecem produtos e serviços para a Atvos são gerenciadas corporativamente pela área de Suprimentos. Na safra 2017/2018, os pagamentos efetuados aos 3 mil fornecedores contratados somaram R$ 2,4 bilhões, em linha com os montantes das safras anteriores. A distribuição desses fornecedores por tipo de produto/serviço e por região é apresentada nos gráficos abaixo.



102-10 | Mudanças significativas na organização e/ou sua cadeia de suprimentos

Na safra 2017/2018, os ativos de energia foram incorporados pelas pessoas jurídicas das unidades, sem impacto sobre o capital social. A reorganização é parte dos compromissos assumidos pela Atvos no processo de reestruturação financeira finalizado em junho de 2016. Em relação à gestão dos fornecedores, o processo de homologação passou a contar com questionário específico para due dilligence das empresas. Para mais informações, clique aqui.

102-11 | Abordagem do princípio da precaução

As atividades da Atvos não geram risco de impacto ambiental grave e irreversível. Por meio do modelo de gestão de saúde, segurança e meio ambiente, chamado Sistema Atitude, e da matriz de riscos da companhia, todos os potenciais riscos ao meio ambiente são evitados ou mitigados.

102-12 | Iniciativas externas

Na safra 2017/2018, a Atvos aderiu ao Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção, do Instituto Ethos. O compromisso desencadeou um amplo processo interno de engajamento e de avaliação em relação à maturidade da companhia nos quesitos propostos pelo Pacto. Como resultado, o objetivo de melhorar o desempenho da Atvos nos 13 indicadores avaliados pela iniciativa foi incluído formalmente entre as metas do Líder de Negócio.
Ao longo da safra, a companhia manteve sua participação no Pacto Global e nas iniciativas empresariais do Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP-FGV (GVCes). No âmbito do Pacto Global, a Atvos participa dos grupos temáticos de Agricultura e Alimento, Energia e Clima e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. No GVCes, os esforços do último ano foram direcionados às iniciativas de análise de ciclo de vida (CiVia) e precificação de carbono (EPC).

102-13 | Participação em associações

Ao longo da última safra, a Atvos manteve seu engajamento com as principais entidades setoriais e das regiões em que atua. A empresa integra grupos de trabalho e a governança da Associação dos Produtores de Bioenergia do Mato Grosso do Sul (Biosul), do Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg), do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do estado do Mato Grosso (Sindalcool) e da União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica).
Também possui um representante no órgão diretivo do Fórum Nacional Sucroenergético (FNS) e acompanha as discussões no âmbito da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Frente Parlamentar Pela Valorização do Setor Sucroenergético no Congresso Nacional, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Udop) e do Comitê de Monitoramento do Abastecimento do Etanol (CMAE).

102-14 | Declaração do mais alto executivo

Clique aqui para ler a mensagem do Líder de Negócio da Atvos.

102-15 | Principais impactos, riscos e oportunidades

A elaboração da matriz corporativa de riscos da Atvos na safra 2017/2018 priorizou os principais impactos gerados pela empresa e os fatores que podem afetar seus negócios. Para mais informações, clique aqui.

102-16 | Valores, princípios, padrões e normas de conduta

Os princípios da Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) e a Política sobre Conformidade com Atuação Ética, Íntegra e Transparente são os principais direcionadores de conduta da Atvos. Para mais informações, clique aqui.

102-17 | Mecanismos para orientações e queixas relacionadas a condutas éticas

O Linha de Ética, disponível a todos os públicos de relacionamento da Atvos, é o canal para o encaminhamento de dúvidas, preocupações e denúncias relacionadas à conformidade com legislações e diretrizes da empresa. Gerenciado por empresa externa, o mecanismo permite a realização de manifestações anônimas e assegura a confidencialidade e a não retaliação. O canal está disponível pelo site institucional (em dois idiomas) e pelo telefone 0800 721 8434. Para mais informações, clique aqui.

102-18 | Estrutura de governança

O Conselho de Administração da Atvos é formado por seis membros, sendo um deles independente. O órgão conta com três comitês permanentes de assessoramento: Finanças, Investimentos e Auditoria; Pessoas e Organização; e Conformidade. Para mais informações, clique aqui.

102-40 | Lista dos grupos de stakeholders

Os principais públicos de relacionamento da Atvos são os seus integrantes, clientes, parceiros agrícolas e fornecedores, além de líderes comunitários e representantes de governos locais, ONGs, universidades e a imprensa.

102-41 | Acordos de negociação coletiva

Todos os integrantes da Atvos estão cobertos por acordos de negociação coletiva.

102-42 | Processo de identificação e seleção de stakeholders
102-43 | Abordagem para o engajamento de stakeholders
102-44 | Principais tópicos e preocupações levantados pelos stakeholders

O engajamento com os diversos públicos de relacionamento da Atvos é realizado por diferentes áreas, com base nas demandas de negócio e nas expectativas desses públicos. Corporativamente, a empresa realiza uma pesquisa de reputação com seus stakeholders. A última edição foi realizada no primeiro trimestre de 2017 e a próxima está prevista para 2018. Os resultados dessa pesquisa são utilizados para desenhar ações e iniciativas nos sete atributos avaliados: produtos e serviços, inovação, ambiente de trabalho, governança e ética, cidadania, liderança e gestão e desempenho financeiro. Entre os demais mecanismos de engajamento, destacam-se:
• Integrantes: realização mensal do Café com a Liderança nas unidades, em que os profissionais discutem os principais aspectos do negócio com o líder da localidade.
• Comunidades: desenvolvimento dos Conselhos Comunitários do Energia Social, reúnem lideranças regionais e representantes da Atvos para priorizar as demandas de investimento social em cada município.
• Parceiros agrícolas: visitas regulares das equipes para monitoramento das atividades dos parceiros e promoção do Encontro Parceiros Mais Fortes, visando a melhoria contínua de desempenho. O mais recente processo de engajamento especificamente voltado à definição do conteúdo do relatório foi conduzido em 2015, por meio de uma consulta on-line aos stakeholders. O resultado dessa iniciativa foi a definição dos cinco temas materiais que norteiam o Relatório Anual da Atvos.

102-45 | Entidades incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas

O Relatório Anual da Atvos abrange as seguintes entidades: Agro Energia Santa Luzia S.A.; Brenco Companhia Brasileira de Energia Renovável S.A.; Destilaria Alcídia S.A.; Rio Claro Agroindustrial S.A.; Usina Eldorado S.A.; e Usina Conquista do Pontal S.A. Além dessas, as demonstrações financeiras da empresa também compreendem as controladas Odebrecht Agroindustrail International Corp., Pontal Agropecuária S.A. e OER Mineiros Energia S.A.

102-46 | Processo de definição do conteúdo do relatório e limites dos temas materiais

Os temas materiais, que norteiam o conteúdo do Relatório Anual da Atvos, foram definidos por um processo de materialidade desenvolvido em 2015, que envolveu públicos externos e a priorização de aspectos em relação à estratégia corporativa. Para mais informações sobre a elaboração da Matriz de Materialidade, clique aqui e consulte o Relatório Anual Safra 2015/2016.

102-47 | Lista de tópicos materiais

Os temas materiais da Atvos são os seguintes: Desempenho do negócio; Compromisso com os integrantes; Ética, transparência e integridade; Desenvolvimento local; e Impacto ambiental.

102-48 | Reapresentação de informações

Nenhuma informação foi reapresentada.

102-49 | Mudanças no processo de relato

Não houve alteração no escopo nem nos limites dos temas materiais do relatório.

102-50 | Período relatado

O Relatório Anual abrange o ano-safra 2017/2018, que vai de 1° de abril de 2017 a 31 de março de 2018.

102-51 | Data de publicação do relatório mais recente

O último relatório foi publicado em 2017, referente à safra 2016/2017.

102-52 | Ciclo de relato

A Atvos publica anualmente seu relatório com a prestação de contas em aspectos da sustentabilidade empresarial.

102-53 | Ponto de contato para questões relacionadas ao relatório

Dúvidas, comentários e sugestões sobre o Relatório Anual da Atvos podem ser encaminhados para comunicacao.agroindustrial@atvos.com.

102-54 | Declarações de reporte em acordo com o GRI Standards

Este relatório foi preparado de acordo com os Standards da GRI: opção Essencial.

102-55 | Sumário de conteúdo da GRI

Clique aqui para acessar o sumário de conteúdo da GRI.

102-56 | Asseguração externa

Apenas os dados econômico-financeiros passaram por verificação externa e independente. As informações que atendem aos indicadores GRI priorizados foram validadas pelas áreas técnicas e administrativas da Atvos.


Abordagem de gestão

103-1 | Explicação do tema material e seus limites
103-2 | Forma de gestão e seus componentes
103-3 | Avaliação da forma de gestão

A forma de gestão dos temas materiais da Atvos é apresentada no Relatório Anual. Clique nas seções abaixo para saber mais sobre as políticas, práticas, resultados e avanços alcançados pela empresa.
Desempenho do negócio
Compromisso com os integrantes
Ética, transparência e integridade
Desenvolvimento local
Impacto ambiental

Desempenho do negócio

201-1 | Valor econômico direto gerado e distribuído

Demonstração do valor adicionado

  • 2017/2018
  • 2016/20171
  • 2015/2016
  • Valor econômico direto gerado
  • Vendas de mercadorias, produtos e serviços
  • 4.737.135
  • 5.270.267
  • 4.201.955
  • Insumos adquiridos de terceiros
  • (1.815.465)
  • (2.198.691)
  • (1.874.222)
  • Valor adicionado bruto
  • 2.921.670
  • 3.071.576
  • 2.327.733
  • Depreciação, amortização e exaustão
  • (1.416.442)
  • (1.679.421)
  • (1.332.672)
  • Valor adicionado líquido
  • 1.505.228
  • 1.392.155
  • 995.062
  • Valor adicionado recebido em transferência
  • 105.540
  • 700.140
  • 833.054
  • Valor adicionado total a distribuir
  • 1.610.768
  • 2.092.285
  • 1.828.115
  • Valor econômico distribuído
  • Pessoas e encargos
  • 833.592
  • 785.744
  • 836.095
  • Governo e sociedade (impostos, taxas e contribuições)
  • 511.016
  • -
  • 169.967
  • Cessão de prejuízos fiscais (impostos federais)2
  • (1.626.774)
  • -
  • -
  • Financiadores (juros e aluguéis)
  • 1.584.629
  • 2.562.568
  • 2.568.995
  • Lucro (prejuízo) do exercício
  • 293.994
  • (1.579.806)
  • (1.744.613)
  • Participação dos não controladores
  • 14.311
  • (2.835)
  • (2.329)

1. Considera 12 meses da operação de cogeração de energia elétrica.
2. Prejuízos fiscais no âmbito das regras estabelecidas no Programa de Regularização Tributária (PRT) e Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) instituídos pelas Medida Provisória nº 766/2017 e Lei nº 13.496/2017.

204-1 | Proporção de gastos com fornecedores locais

O percentual de despesas com fornecedores locais (situados no mesmo estado das unidades agroindustriais da Atvos) foi de 55,4% na safra 2017/2018, ante 54,7% em 2016/2017.

308-1 | Novos fornecedores cujo processo de seleção incluiu critérios ambientais
414-1 | Novos fornecedores cujo processo de seleção incluiu critérios sociais

Todos os parceiros agrícolas passam por avaliações relacionadas a critérios socioambientais. Esse monitoramento é iniciado já na seleção de parceiros e continuado ao longo de todo o período de atuação, por meio do Programa Parceiros Mais Fortes. Na safra 2017/2018, 14 novos parceiros foram contratados, contribuindo para a ampliação das áreas de cultivo de forma responsável. Para os demais fornecedores, o processo de homologação verifica a conformidade legal das empresas antes de sua contratação, especialmente em aspectos relacionados a obrigações trabalhistas e tributárias e ao licenciamento ambiental, quando aplicável. Implementado na safra 2015/2016, o sistema vem se consolidando: o percentual de fornecedores contratados que passaram por essa avaliação foi de 66,8% no último período, ante 42,1% na safra 2016/2017.

Compromisso com os integrantes

401-1 | Contratações e taxa de rotatividade

No último período, a taxa de rotatividade da Atvos foi de 13,76%, acima dos 12,10% registrados na safra 2016/2017. Essa elevação ocorreu principalmente entre os líderes das unidades agroindustriais, pois a empresa está em um momento de revisão do perfil de profissional para essas posições. Como o novo posicionamento adotado pela empresa visa ao aumento da qualidade operacional, houve a necessidade de buscar profissionais mais alinhados a esse foco estratégico.

Número de contratações e demissões1

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • Contratações
  • Demissões
  • Contratações
  • Demissões
  • Por gênero
  • Homens
  • 1.1619
  • 1.605
  • 1.704
  • 1.790
  • Mulheres
  • 293
  • 304
  • 360
  • 411
  • Total
  • 1.912
  • 1.909
  • 2.064
  • 2.201
  • Por faixa etária
  • Até 30 anos
  • 897
  • 600
  • 1.137
  • 1.037
  • Entre 30 a 50 anos
  • 928
  • 1.141
  • 851
  • 1.032
  • Acima de 50 anos
  • 87
  • 168
  • 76
  • 132
  • Total
  • 1.912
  • 1.909
  • 2.064
  • 2.201
  • Por região
  • Sudeste
  • 285
  • 300
  • 361
  • 420
  • Centro-Oeste
  • 1.627
  • 1.609
  • 1.703
  • 1.781
  • Total
  • 1.912
  • 1.909
  • 2.064
  • 2.201

1. Considera apenas os profissionais com contrato de tempo indeterminado (integrantes e Jovens Parceiros) e não considera demissões por redução de efetivo.

Taxas de contratação e rotatividade

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • Contratação1
  • Rotatividade2
  • Contratação1
  • Rotatividade2
  • Por gênero
  • Homens
  • 85%
  • 11,57%
  • 83%
  • 9,77%
  • Mulheres
  • 15%
  • 2,19%
  • 17%
  • 2,29%
  • Total
  • 100%
  • 13,76%
  • 100%
  • 12,06%
  • Por faixa etária
  • Até 30 anos
  • 47%
  • 4,33%
  • 55%
  • 5,7%
  • Entre 30 a 50 anos
  • 49%
  • 8,23%
  • 41%
  • 5,7%
  • Acima de 50 anos
  • 5%
  • 1,21%
  • 4%
  • 0,7%
  • Total
  • 100%
  • 13,76%
  • 100%
  • 12,10%
  • Por região
  • Sudeste
  • 15%
  • 2,16%
  • 17%
  • 2,3%
  • Centro-Oeste
  • 85%
  • 11,60%
  • 83%
  • 9,8%
  • Total
  • 100%
  • 13,76%
  • 100%
  • 12,10%

1. Número de contratações na categoria/total de contratações no período. Considera apenas os profissionais com contrato de tempo indeterminado (integrantes e Jovens Parceiros) e não considera demissões por redução de efetivo.
2. Número de demissões/headcount médio. Considera apenas os profissionais com contrato de tempo indeterminado (integrantes e Jovens Parceiros) e não considera demissões por redução de efetivo.

403-2 | Tipos de lesões e taxas de lesões, doenças ocupacionais, dias perdidos e absenteísmo; e número de fatalidades

As taxas de frequência e gravidade de acidentes são acompanhadas continuamente pelas equipes de Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA), tanto na visão consolidada quanto segmentada entre integrantes e terceiros.
Na última safra, a taxa de frequência consolidada ficou em 1,12, acima da meta estipulada de 0,90, principalmente devido a ocorrências no período de entressafra. A taxa de gravidade, por sua vez, encerrou o ano em 221, impactada pelo acidente fatal de um integrante no Polo Taquari. O profissional dirigia um caminhão e adormeceu durante o trajeto, causando o tombamento do veículo. A ocorrência levou à criação de um programa piloto para a avaliação de integrantes suscetíveis a fadiga e sonolência no trabalho.

Indicadores de segurança e saúde dos integrantes na safra 2017/20181

  • Homens
  • Mulheres
  • Taxa de frequência de acidentes2
  • 1,25
  • 0,14
  • Taxa de gravidade de acidentes3
  • 103
  • 152
  • Taxa de absenteísmo4
  • 135
  • 60

1. Não foram registrados casos de doenças ocupacionais.
2. A taxa de frequência é calculada pelo número de acidentes reportáveis a cada 1 milhão de horas/homem trabalhadas.
3. A taxa de gravidade é calculada pelo número de dias perdidos e debitados a cada 1 milhão de horas/homem trabalhadas.
4. A taxa de absenteísmo é calculada pelos dias perdidos por atestado a cada 1.000 Integrantes.

Indicadores de segurança e saúde dos terceiros na safra 2017/20181

  • Homens
  • Mulheres
  • Taxa de frequência de acidentes2
  • 0,49
  • 0,00
  • Taxa de gravidade de acidentes3
  • 20
  • 0

1. Não foram registrados casos de doenças ocupacionais.
2. A taxa de frequência é calculada pelo número de acidentes reportáveis a cada 1 milhão de horas/homem trabalhadas.
3. A taxa de gravidade é calculada pelo número de dias perdidos e debitados a cada 1 milhão de horas/homem trabalhadas.

404-1 | Média anual de horas de treinamento por empregado

Na safra 2017/2018, foram promovidas mais de 638 mil horas de treinamento, totalizando uma média de 58 horas por integrante.

Média de horas de treinamento por integrante em cada categoria funcional1

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • 2015/2016
  • Homens
  • Mulheres
  • Homens
  • Mulheres
  • Homens
  • Mulheres
  • Diretores
  • 6,1
  • 11,0
  • 4,4
  • na
  • 5,2
  • na
  • Gerentes e coordenadores
  • 32,1
  • 33,0
  • 35,1
  • 33,6
  • 32,3
  • 18,7
  • Técnicos
  • 51,0
  • 33,4
  • 46,1
  • 33,3
  • 55,5
  • 29,1
  • Administrativos
  • 23,9
  • 21,3
  • 42,7
  • 38,3
  • 24,9
  • 14,0
  • Líderes operacionais
  • 75,1
  • 77,2
  • 44,9
  • 48,4
  • 66,0
  • 47,3
  • Operacional/ Produção
  • 64,5
  • 58,7
  • 55,1
  • 57,4
  • 59,1
  • 54,6
  • Manutenção
  • 43,4
  • 38,2
  • 40,6
  • 46,0
  • 51,7
  • 35,9
  • Outros
  • 137,8
  • 150,3
  • 49,8
  • 46,5
  • 51,3
  • 44,2
  • Total
  • 59,2
  • 51,2
  • 51,3
  • 51,6
  • 55,3
  • 37,4

1. Considera integrantes, aprendizes e Jovens Parceiros.


 

Ética, transparência e integridade

205-3 | Casos confirmados de corrupção e ações tomadas

O Canal Linha de Ética recebeu quatro denúncias relacionadas a corrupção, das quais uma continuava em investigação no fim do período, uma foi considerada improcedente e duas foram confirmadas. Desses dois casos procedentes, um estava relacionado ao favorecimento de fornecedores por parte de um integrante, que foi desligado da empresa. Os fornecedores envolvidos foram impedidos de prestar serviços à Atvos. No outro, as investigações confirmaram a existência de empresas de fachada para a obtenção de licenças administrativas. A empresa bloqueou tais empresas, recusando-se a realizar quaisquer pagamentos indevidos para a obtenção de facilidades.

419-1 | Não conformidade com leis e regulamentos nas áreas social e econômica

No âmbito trabalhista, a Atvos desembolsou o valor total de R$ 370 mil em função de três acordos com o Ministério Público do Trabalho. Dentre esses, o mais significativo, no montante de R$ 300 mil, estava relacionado ao enquadramento de parte dos integrantes como bombeiros civis, em função de suas atividades como brigadistas. Além disso, a unidade Santa Luzia pagou R$ 220 mil relativos a multas administrativas do Ministério do Trabalho e Emprego, aplicadas pela jornada extraordinária de terceiros. Em todos os Polos, as equipes promovem avaliações periódicas em campo para verificar a adequação aos requisitos legais, além de realizarem reuniões mensais ou bimestrais com a liderança (dependendo de cada Polo) para discutir os casos recebidos e possíveis ações de melhoria.
No âmbito fiscal e tributário, a agilidade e proatividade para evitar autuações também são relevantes diretrizes de atuação preventiva. Na última safra, esses esforços de adequação das unidades e da prestação de contas aos entes regulatórios, sobretudo de escrituração de notas fiscais, evitou o risco de autuações no montante de R$ 816 milhões. As 15 autuações pagas no período somaram R$ 924 mil. Cerca de 77% desse total estava atrelado a três autuações de falta de registro de documentação, uma obrigação assessória do recolhimento de tributos.

Desenvolvimento local

203-1 | Investimentos em infraestrutura e serviços oferecidos

Não foram realizados investimentos diretos em infraestrutura das regiões em que a Atvos atua na safra 2017/2018.

413-1 | Operações com engajamento formal da comunidade, avaliação de impactos e/ou programas de desenvolvimento

Todas as unidades operacionais contam com o Energia Social, cujo modelo de gestão participativa garante o diálogo constante entre a empresa, a comunidade e o governo local no mapeamento e priorização de demandas de desenvolvimento nos municípios. Desde 2009, quando começou a ser implementado, o programa já apoiou 74 projetos com investimentos da ordem de R$ 25 milhões, sendo mais de 70% desse montante alocado pela Atvos e o restante por parceiros locais.

413-2 | Operações com impacto negativo significativo, real ou potencial, sobre as comunidades locais

Os principais impactos locais negativos e potenciais riscos nas localidades em que a Atvos atua são consolidados na matriz de riscos da empresa. Todos esses aspectos são continuamente monitorados e mitigados, a fim de contribuir para o bom relacionamento da companhia com os públicos locais e para a reputação institucional. Entre as medidas adotadas, podem ser citadas o desenvolvimento do Energia Social, que prioriza de forma participativa e inclusiva os investimentos sociais nos municípios, e as práticas de cultivo responsável, que mitigam o risco de contaminação do solo e da água e asseguram a promoção dos direitos humanos.

Impacto ambiental

301-1 | Materiais usados por peso ou volume

Ao longo da safra, a intensificação de ações para o crescimento da produtividade do canavial, com maior aplicação de corretivos e fertilizantes nitrogenados, levou a um aumento de 21% no consumo de insumos agrícolas. No entanto, efeitos climáticos prejudicaram o volume de cana colhida, que foi 9% inferior ao da safra 2016/2017. Com isso, o peso dos materiais consumidos pela Atvos totalizou 26,6 milhões de toneladas, uma redução de 8% na comparação anual.

Materiais consumidos (toneladas)

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • Cana-de-açúcar
  • Cana própria processada
  • 19.053.194
  • 20.790.763
  • Cana de parceiros agrícolas processada
  • 6.776.624
  • 7.527.934
  • Subtotal
  • 25.829.818
  • 28.318.697
  • Insumos agrícolas
  • Corretivos
  • 491.763
  • 394.528
  • Inseticidas
  • 486
  • 305
  • Fungicidas
  • 36
  • 42
  • Herbicidas
  • 4.763
  • 4.584
  • Fertilizantes
  • 155.863
  • 141.752
  • Outros fertilizantes orgânicos
  • 1.910
  • 2.001
  • Subtotal
  • 654.821
  • 543.212
  • Insumos industriais
  • Cal
  • 9.342
  • 11.895
  • Ácido sulfúrico
  • 11.782
  • 13.030
  • Ácido clorídrico
  • 133
  • 180
  • Soda
  • 1.140
  • 1.842
  • Antibióticos
  • 22
  • 6
  • Químicos inorgânicos
  • 925
  • 380
  • Químicos orgânicos
  • 516
  • 866
  • Subtotal
  • 23.860
  • 28.199
  • Combustíveis
  • Diesel
  • 48.791
  • 49.525
  • Etanol
  • 2.070
  • 2.034
  • Subtotal
  • 50.862
  • 51.559
  • Totais
  • Materiais provenientes de fonte renovável1
  • 25.835.943
  • 28.324.299
  • Materiais provenientes de fontes não renováveis
  • 723.417
  • 617.367
  • Total
  • 26.559.360
  • 28.941.666

1. Inclui parcela de biodiesel, equivalente a 7,2% do peso total de diesel consumido.

302-1 | Consumo de energia dentro da organização

A geração de energia pela queima de biomassa nas caldeiras foi impactada ao longo da safra pelo menor volume de cana colhida, reflexo de fatores climáticos como estiagem prolongada e geadas no Mato Grosso do Sul. Por isso, foi necessário aumentar o consumo de energia elétrica da rede. Na visão consolidada, a companhia consumiu 61 milhões de GJ, uma redução de 6% em relação à safra anterior.

Geração e consumo de energia (GJ)

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • A. Energia gerada pela queima de combustíveis
  • Bagaço de cana-de-açúcar
  • 65.286.406
  • 70.513.339
  • Diesel
  • 2.147.976
  • 2.071.710
  • Biodiesel
  • 171.751
  • 136.936
  • Etanol
  • 55.996
  • 55.004
  • Total de energia gerada pela queima de combustíveis
  • 67.662.130
  • 72.776.989
  • Percentual de energia gerada a partir de combustíveis de fontes renováveis
  • 97%
  • 97%
  • B. Energia elétrica adquirida
  • Energia elétrica
  • 54.993
  • 44.878
  • C. Energia elétrica vendida
  • Energia elétrica exportada
  • 6.658.950
  • 7.763.445
  • Consumo total de energia (A+B-C)
  • 61.058.173
  • 65.058.422

303-1 | Consumo de água por fonte
303-3 | Água reutilizada e/ou recirculada

O aprimoramento dos sistemas de recirculação de água na indústria e a minimização de vazamentos e perdas por evaporação contribuíram para reduzir o volume total de água captada pela Atvos. Na última safra, foram captados 33,4 mil metros cúbicos, uma redução de 13% em relação ao período anterior. Já o percentual de reutilização de água alcançou 54%, ante o resultado de 42% registrado em 2016/2017.

Captação de água (mil m3)

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • 2015/2016
  • Águas superficiais
  • 32.852
  • 37.575
  • 35.951
  • Águas subterrâneas1
  • 568
  • 659
  • 657
  • Total de água captada
  • 33.420
  • 38.234
  • 36.608

1. Apenas os dados do Polo São Paulo foram obtidos por medidor de vazão nos poços de captação subterrânea. Os demais volumes foram estimados com base nas licenças de outorga.

Recirculação de água1

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • 2015/2016
  • Volume reutilizado (mil m3)
  • 18.091
  • 16.120
  • 16.066
  • Percentual sobre o total captado
  • 54%
  • 42%
  • 44%

1. Considera a captação do Polo Goiás para irrigação. Excluindo-se este uso, o percentual médio de reutilização da Atvos seria de 64%, ante 50% na safra anterior.

304-1 | Sites operacionais dentro de ou adjacentes a áreas de preservação ou de alto valor para a biodiversidade

A Atvos promove o cultivo da cana-de-açúcar apenas em áreas que já eram utilizadas para outros fins econômicos. Ao final de cada safra, a empresa apresenta ao órgão ambiental estadual um Relatório de Automonitoramento, com resultados das análises de qualidade de água dos rios na área de influência de cada unidade e do monitoramento de fauna e flora local, entre outras evidências que asseguram a ausência de impactos negativos sobre a biodiversidade.
Em quatro polos agroindustriais, a Atvos conta com áreas próprias no entorno de outras unidades de conservação:
• Polo São Paulo: 2.138 hectares adjacentes ao Parque Morro do Diabo e da Estação Ecológica Mico-Leão-Preto, ambos importantes para a preservação da Mata Atlântica.
• Polo Eldorado: 392 hectares na APA das Várzeas do Rio Ivinhema, que faz parte da Bacia Hidrográfica do Rio Paraná.
• Polo Araguaia: 3.813 hectares na Zona de Amortecimento do Parque Nacional das Emas, que contribui para a preservação do Cerrado e a proteção de áreas de recarga do aquífero Guarani.
• Polo Taquari: 80.135 hectares próximos a Áreas de Preservação Ambiental (APA) e ao Parque Nacional das Emas, relevantes para a proteção de nascentes na região e a conservação do bioma Cerrado.

304-2 | Impactos significativos das atividades, produtos e serviços sobre a biodiversidade

As atividades da Atvos não geram impactos significativos sobre a biodiversidade. A empresa avalia continuamente as áreas de preservação e mananciais em suas unidades, por meio de monitoramentos anuais de fauna, e realiza a prestação de contas periódica aos órgãos ambientais reguladores. As áreas protegidas servem, ainda, para a criação de corredores ecológicos, como no caso do Polo São Paulo, favorecendo a movimentação das espécies animais.
O risco de contaminação do solo e de corpos d’água é mitigado pelo Plano de Aplicação da Vinhaça (PAV), elaborado conforme os requisitos legais aplicáveis, e pela disciplina em sua aplicação. O modelo de gestão de segurança, saúde e meio ambiente, chamado Sistema Atitude, conta com ecoindicadores relacionados ao consumo de agroquímicos, considerando a área de lavoura e o nível de toxicidade desses insumos. Outro risco nas operações é o de atropelamento de fauna, gerenciado pelo Programa de Segurança Veicular, que abrange, entre outras ferramentas, a limitação de velocidade das máquinas, georreferenciamento e acompanhamento de incidentes por meio de ecoindicador específico.

305-1 | Emissões diretas de GEE (escopo 1)
305-2 | Emissões indiretas de GEE relativas ao consumo de energia elétrica (escopo 2)
305-3 | Outras emissões indiretas de GEE (escopo 3)

A Atvos realiza o inventário de suas emissões de GEE de acordo com duas metodologias: a do Programa Brasileiro GHG Protocol, aplicada sobre os dados do ano fiscal, e outra desenvolvida pela Unicamp especificamente para o agronegócio, cujas informações são apuradas por ano-safra. Ao longo do último período, a intensificação de ações para aumentar a produtividade do canavial, especialmente a aplicação de corretivos e fertilizantes nitrogenados, aumentou as emissões decorrentes das operações. O destaque no inventário da Atvos são as emissões evitadas por seus produtos. Na metodologia da Unicamp, isso fica evidente nas 5 milhões de tCO2e evitadas pelo uso do etanol produzido e da energia elétrica exportada. Já na metodologia do GHG Protocol, a contribuição só é contabilizada pelo consumo próprio de energia elétrica: pela cogeração de energia renovável a partir do bagaço em suas caldeiras, a Atvos evita a aquisição de energia elétrica e, por isso, as emissões de escopo 2 somam apenas 2 mil tCO2e.

Inventário de emissões de GEE (milhões de tCO2e)1

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • 2015/2016
  • A. Emissão relativa à produção, processamento, transporte e insumos
  • 0,99
  • 0,90
  • 0,90
  • B. Emissões evitadas com o uso do etanol como combustível e energia elétrica excedente
  • 4,95
  • 5,38
  • 5,50
  • C. Estoque de carbono em decorrência do Land Use Change (LUC)2
  • 1,43
  • 1,37
  • 1,30
  • Efeito de mitigação líquido (A-B-C)
  • 5,39
  • 5,85
  • 5,90

1. Considera os três principais gases de efeito estufa (CO2, CH4 e N2O), e são utilizados como fatores de caracterização para a conversão em tCO2e os potenciais de aquecimento global para um horizonte de 100 anos (AGWP100) definidos pelo IPCC (2013). A metodologia foi proposta pelos pesquisadores Isaias C. Macedo, Joaquim E. A. Seabra e João E. A. R. Silva.
2. As estimativas de LUC possuem alguma incerteza, em função da deficiência de dados de estoques de carbono em equilíbrio no solo. O método de cálculo utilizado considerou fatores default do Tier 1 do IPCC e foi melhorado com os dados mais recentes e regionais do Harmonized World Soil Database (HWSD).

Inventário de emissões de GEE (mil tCO2e) – metodologia GHG Protocol

  • 2017
  • 2016
  • 2015
  • Escopo 1
  • Emissões diretas brutas
  • 692,63
  • 629,70
  • 638,09
  • Emissões biogênicas
  • 5.484,47
  • 6.146,55
  • 5.831,90
  • Remoção biogênica (mudança de uso do solo)
  • 1.433,16
  • 1.349,00
  • 1.297,50
  • Escopo 2
  • Emissões indiretas (consumo de energia elétrica)
  • 2,24
  • 1,13
  • 1,73
  • Escopo 3
  • Emissões indiretas (outras)
  • 109,00
  • 115,16
  • 325,39
  • Emissões biogênicas
  • 8,89
  • 9,50
  • 18,06

306-2 | Resíduos por tipo e método de disposição

Na safra 2017/2018, a Atvos descartou 6,5 mil toneladas de resíduos, volume 29% maior do que no período anterior. Esse aumento ocorreu principalmente pela substituição de equipamentos, que levou ao maior descarte de sucata. Entre os resíduos não perigosos, destaca-se a priorização da reciclagem, que respondeu por 84% do total gerado (na safra anterior esse percentual era de 67%). Em relação aos resíduos perigosos, a empresa reduziu em 15% o volume destinado, reflexo das iniciativas para a melhor separação de materiais e do acompanhamento contínuo do ecoindicador de resíduos contaminados (toneladas de resíduos para cada um milhão de toneladas de cana própria colhidas), que registrou o melhor resultado histórico.

Resíduos descartados (toneladas)

  • 2017/2018
  • 2016/2017
  • 2015/2016
  • Perigosos
  • Reciclagem
  • 61
  • 133
  • 237
  • Recuperação
  • 376
  • 259
  • 186
  • Incineração
  • 14
  • 99
  • 1
  • Coprocessamento
  • 227
  • 401
  • 780
  • Reutilização
  • 13
  • 9
  • 0
  • Outros
  • 140
  • 74
  • 0
  • Subtotal
  • 831
  • 974
  • 1.203
  • Não perigosos
  • Reciclagem
  • 4.760
  • 2.688
  • 2.684
  • Recuperação
  • 0
  • 445
  • 434
  • Incineração
  • 33
  • 15
  • 25
  • Coprocessamento
  • 603
  • 570
  • 1.193
  • Aterro
  • 41
  • 155
  • 332
  • Compostagem
  • 145
  • 159
  • 240
  • Outros
  • 60
  • 7
  • 106
  • Subtotal
  • 5.642
  • 4.038
  • 5.015
  • Totais
  • Perigosos
  • 831
  • 974
  • 1.203
  • Não perigosos
  • 5.642
  • 4.038
  • 5.015
  • Total
  • 6.473
  • 5.013
  • 6.218

307-1 | Não conformidade com leis e regulamentos ambientais

Na safra 2017/2018, a Atvos recebeu três autuações por incêndios ocorridos nas áreas agrícolas. Em uma delas, a empresa assinou um Termo de Composição Civil e Criminal de Dano, com o pagamento de multa no valor de R$ 100 mil, evitando a instauração de ação penal.
No Polo São Paulo, a companhia assinou a conversão de 22 processos administrativos, no valor total de R$ 7,8 milhões, na adesão ao Programa Nascentes com o reflorestamento de 51 hectares. A Atvos superou essa exigência legal e assumiu o compromisso de recuperar 70 hectares, contribuindo para a construção de corredores ecológicos nos fragmentos de Mata Atlântica do estado de São Paulo. Os custos com essa conversão foram significativamente menores, da ordem de R$ 1,3 milhão. Outras duas decisões favoráveis à companhia que se destacaram no ano foram a suspensão da liminar que impedia a pulverização área no Polo São Paulo.

Sumário de Conteúdo da GRI

  • GRI Standard
  • Indicador
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  • Omissões
  • GRI 101 | Fundamentos 2016
  • Indicadores gerais
  • GRI 102 | Indicadores gerais 2016
  • Perfil organizacional
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  • 102-5 | Natureza e propriedade jurídica
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  • 102-8 | Informações sobre empregados e outros trabalhadores
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  • 102-10 | Mudanças significativas na organização e/ou sua cadeia de suprimentos
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  • 102-11 | Abordagem do princípio da precaução
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  • 102-13 | Participação em associações
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  • Estratégia
  • 102-14 | Declaração do mais alto executivo
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  • 102-15 | Principais impactos, riscos e oportunidades
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  • Ética e integridade
  • 102-16 | Valores, princípios, padrões e normas de conduta
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  • 102-17 | Mecanismos para orientações e queixas relacionadas a condutas éticas
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  • Governança
  • Engajamento de stakeholders
  • 102-40 | Lista dos grupos de stakeholders
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  • 102-41 | Acordos de negociação coletiva
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  • 102-42 | Processo de identificação e seleção de stakeholders
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  • -
  • 102-43 | Abordagem para o engajamento de stakeholders
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  • 102-44 | Principais tópicos e preocupações levantados pelos stakeholders
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  • Práticas de relato
  • 102-45 | Entidades incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas
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  • 102-46 | Processo de definição do conteúdo do relatório e limites dos temas materiais
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  • -
  • 102-48 | Reapresentação de informações
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  • 102-49 | Mudanças no processo de relato
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  • 102-51 | Data de publicação do relatório mais recente
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  • 102-53 | Ponto de contato para questões relacionadas ao relatório
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  • 102-54 | Declarações de reporte em acordo com o GRI Standards
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  • Tema material | Desempenho do negócio
  • GRI 103 | Forma de gestão 2016
  • 103-1 | Explicação do tema material e seus limites
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  • 103-2 | Forma de gestão e seus componentes
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  • -
  • 103-3 | Avaliação da forma de gestão
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  • GRI 201 | Desempenho econômico 2016
  • 201-1 | Valor econômico direto gerado e distribuído
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  • GRI 204 | Práticas de compra 2016
  • 204-1 | Proporção de gastos com fornecedores locais
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  • GRI 308 | Avaliação ambiental de fornecedores 2016
  • 308-1 | Novos fornecedores cujo processo de seleção incluiu critérios ambientais
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  • GRI 414 | Avaliação social de fornecedores 2016
  • 414-1 | Novos fornecedores cujo processo de seleção incluiu critérios sociais
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  • Tema material | Compromisso com os integrantes
  • GRI 103 | Forma de gestão 2016
  • 103-1 | Explicação do tema material e seus limites
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  • 103-2 | Forma de gestão e seus componentes
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  • 103-3 | Avaliação da forma de gestão
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  • GRI 401 | Emprego 2016
  • 401-1 | Contratações e taxa de rotatividade
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  • GRI 403 | Saúde e segurança no trabalho 2016
  • 403-2 | Tipos de lesões e taxas de lesões, doenças ocupacionais, dias perdidos e absenteísmo; e número de fatalidades
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  • GRI 404 | Treinamento e educação 2016
  • 404-1 | Média anual de horas de treinamento por empregado
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  • Tema material | Ética, transparência e integridade
  • GRI 103 | Forma de gestão 2016
  • 103-1 | Explicação do tema material e seus limites
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  • 103-2 | Forma de gestão e seus componentes
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  • 103-3 | Avaliação da forma de gestão
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  • GRI 205 | Anticorrupção 2016
  • 205-3 | Casos confirmados de corrupção e ações tomadas
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  • GRI 419 | Conformidade socioeconômica 2016
  • 419-1 | Não conformidade com leis e regulamentos nas áreas social e econômica
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  • Tema material | Desenvolvimento local
  • GRI 103 | Forma de gestão 2016
  • 103-1 | Explicação do tema material e seus limites
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  • 103-2 | Forma de gestão e seus componentes
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  • GRI 203 | Impactos econômicos indiretos 2016
  • 203-1 | Investimentos em infraestrutura e serviços oferecidos
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  • GRI 413 | Comunidades locais 2016
  • 413-1 | Operações com engajamento formal da comunidade, avaliação de impactos e/ou programas de desenvolvimento
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  • 413-2 | Operações com impacto negativo significativo, real ou potencial, sobre as comunidades locais
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  • Tema material | Impacto ambiental
  • GRI 103 | Forma de gestão 2016
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  • GRI 301 | Materiais 2016
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  • GRI 302 | Energia 2016
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  • GRI 304 | Biodiversidade 2016
  • 304-1 | Sites operacionais dentro de ou adjacentes a áreas de preservação ou de alto valor para a biodiversidade
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  • GRI 305 | Emissões 2016
  • 305-1 | Emissões diretas de GEE (escopo 1)
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  • GRI 306 | Efluentes e resíduos 2016
  • 306-2 | Resíduos por tipo e método de destinação
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  • GRI 307 | Conformidade ambiental 2016
  • 307-1 | Não conformidade com leis e regulamentos ambientais
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Créditos

Responsável pela Sustentabilidade: Mônica Alcântara
Responsável pela publicação: Guilherme Bourroul
Consultoria GRI e relato integrado, coordenação editorial e design: usina82
Fotografia: Eduardo Moody, Anderson Meneses e acervo Atvos

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